quinta-feira, 27 de agosto de 2009
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
terça-feira, 4 de agosto de 2009
obrigado
uns dizem-se em voz alta...
a ti. a vocês. a nós.
e que não nos toca
e que nos faz tocar.
(aos outros.)
domingo, 5 de julho de 2009
de...?
outras vezes...
outras vezes são aquelas molezas de ficar na cama...
ficar na sorna o dia inteiro... a ouvir música, a ver um filme, falar...
são aquelas molezas que nos fazem sorrir cheios de soninho e doce carinho...
são daquelas que nos fazem andar descalças, de calções curtinhos e t-shirt larga pela casa, entrar no quarto da irmã mais velha e apoderar-se da cama dela, já que ela se apodera da nossa...
daquelas molezas familiares....
são molezas de saborear um dia, enroscada, de não fazer nada e ver o dia passar... mesmo que seja um de nuvens cinzentas e lentas como as do dia de hoje...
uma caneca de algo na mão e simplesmente.... olhar para o nada.
são sornas para serem passadas a dois naquelas conversas de treta, absolutamente parvinhas e lamechas e divertidas e risonhas....
são molezas nostálgicas que nos enchem a cabeça de fantasias, o coração de alegrias, os pulmões de suspiros e os olhos de rugas. daquelas que nos fazem olhar para o passado e sorrir pelo que já alcançámos, por pior que a nossa vida nos pareça actualmente...
...apetece-me ser levada pela mão até à praia, mesmo sabendo que deve estar vento e frio e desagradável!
...receber beijinhos na cara porque existo
...dançar. agarrada. de olhos fechados. eu e toda a gente para ninguém me ver!
...
são dias de moleza que nos fazem sonhar... para todos aqueles sonhos remotos e desejos... e agarrar todo com força e não soltar até se tornar tudo realidade!
são molezas que me fazem querer dar tudo o que tenho àqueles de quem gosto só mesmo para os ver felizes porque...
tão
bom...!
segunda-feira, 25 de maio de 2009
segunda-feira, 4 de maio de 2009
domingo, 19 de abril de 2009
Como saber o que fazer se sabemos o risco que é deixarmos a nossa vida toda mudar, especialmente quando sabemos que é tão importante para nós?
Como deixar?
O ideal é nunca parar de arriscar. Devemos ou devíamos saber a esta altura que a vida é demasiadamente curta para controlar cada passo que damos. Se não pararmos de arriscar, mais cedo ou mais tarde nos habituaremos a perder de vez em quando, mas ao mesmo tempo ganharíamos (se calhar mais vezes que o que achamos) e assim viveríamos a vida a fundo, a 100%.
terça-feira, 31 de março de 2009
fugir
Conhecer pessoas diferentes e nunca mais as ver (talvez), trabalhar aqui e ali. Fotografar o que vejo, onde vou estando. O meu olhar, o meu crescimento, a minha aventura....
E desenhar o que me apetecer. Escrever e escrever e passear e correr e desenhar e não parar. Dormir nas viagens. Acordar a meio da noite e sentir o vento na cara.
Apanhar ventos gelados e calores insuportáveis. Tudo. Qualquer coisa. Mas ia.
Não pensar em trabalhos e entregas e problemas e chatices e vidas vazias? Maravilha! Que sonho! Que luxo!
Ai... se eu pudesse...
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
A vida é bela
Nós é que damos
cabo dela
Eu sou alegre,
você faz de mim
sisudo.
Par'alegria há sempre aberta uma janela
MEU AMOR
A VIDA É BELA
nós é que estragamos tudo.
Pois é.
Oh yeah.
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
Uma pessoa
Ou é uma amizade há muito perdida,
No primeiro caso
fazes-me falta
fazes-me sempre falta
bem-vindo
domingo, 21 de setembro de 2008
Eu = Eu + Outro(s)

Eu sou eu mais os outros.
Desde que nascemos que somos rodeados de pessoas. Por mais dificuldades que tenhamos, não conseguimos viver plenamente sós.
Toda a gente tem influencias em nós. Toda a gente deixa uma marca na nossa mente, no nosso coração. Há sempre alguém mais intenso, mais forte, mais necessitado, mais especial.
É assustador saber que não somos nada sem o(s) outro(s). Os outros têm-nos nas suas palmas das mãos.
Porque cada maneira de falar, uma expressão, um gesto, uma maneira de ser pertence sempre a alguém. Nunca é única e exclusivamente nosso.
São os outros que nos educam, que nos fazem crescer, que nos magoam e que nos fazem felizes.
É preciso não ter vida para se poder viver uma vida inteira sem ninguém. É preciso coragem. Não se evolui. O pensamento pára com falta de perspectivas exteriores a nós mesmos.
É com os outros que sentimos e que faz valer sentir. É com os outros que sabemos o que é certo ou errado e é com os outros que pensamos.
Nunca serei eu. Nunca estarei só.
(É preciso pensar assim...)
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
suicídio
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
Quando queremos algo, fazemos os possíveis e os impossíveis para termos o que queremos? O que desejamos?
Se sabemos que não podemos ter o que queremos, entramos no jogo e empenhamo-nos ou deixamos para trás?
Se for algo que há muito desejamos e que não podemos ter para já, o que fazer?
Eu gostaria de ter coragem e mais determinação que aquela que tenho e entrar no jogo. Gostaria de não ter nada a perder. Gostaria de dar o meu máximo para ter o que quero e o que desejo. Gostaria que dessem o máximo para mim.
Gostaria de ser muito mais do que sou e do que dou. Gostava de ter essa coragem. Gostava de ser forte e não apenas mais um ser insignificante. Sou vulgarmente ambiciosa e egoísta e sonhadora.
Sonhar é tão bom.
sábado, 2 de junho de 2007
quinta-feira, 24 de maio de 2007
segunda-feira, 9 de abril de 2007
Contradição
Mas caramba, se assim fosse porque é que toda a gente se lamenta e insiste em dizer que é infeliz? Ou se queixa de Portugal, ou se queixa dos serviços públicos, ou se queixa de si e dos seus mil problemas pessoais e existênciais!
E pensando um pouco em frases clichés, se o objectivo é ser feliz "Porque é que existem tantas coisas más no mundo?" ou para os religiosos, se Deus é omnipresente, omnipotente, omnitudo, "Porque é que Deus inventou os acidentes de carro, as doenças e os ladrões?"
Em resposta a isto vou arriscar dizer:
Porque é que existem os furacões? E as quedas? E os velhotes?
As condições ambientais já existiam muito antes de existir Deus, as doenças e as mortes são para fazer um certo equilíbrio no mundo mas o resto... para quem for religioso, a culpa é de Deus, que inventou os Homens. Só esses são os culpados dos acidentes de carros, de inventarem os carros, e de se tornarem ladrões e de envelhecerem e serem idosos.
Para quem não for religioso, a culpa é de nós. De existirmos. Mas se não existissemos, não saberíamos nada disto, não sentíamos e não nada.
E estas perguntas, dúvidas e contra-dúvidas, pensamentos e argumentos só nos atrapalham!
E caramba, se estas perguntas nos incomodam nunca seremos felizes!!
Objectivo de atingir a felicidade... pfffffffff!
segunda-feira, 12 de março de 2007
Ambição
Seja a insatisfação do homem... o professor: ora se queixa pelo burburinho ou pela apatia nas aulas, ou o aluno: ou se queixa que o professor falta de mais ou falta de menos.
Seja a insatisfação da mulher que nunca é magra demais, ou o homem que se não diz nada ofende a mulher, se diz qualquer coisa sai sempre errado.
Seja a insatisfação do amor: quando o temos e conseguimos, a tentação leva-nos outra vez.
Seja a insatisfação da amizade: quando não temos amigos lamentamos, quando os temos não lhes damos valor.
Somos constantemente perseguidos pelo nosso consciente e mesmo quando sabemos a teórica toda, a prática acaba quase sempre por nos surpreender.
A culpa de tudo isto? A sociedade, o pensar (como Fernando Pessoa já dizia...), os média... Somos sempre perseguidos por qualquer coisa e/ou por alguém. (Mesmo quando pensamos que já não existe. a verdade é que simplesmente o que nos persegue está sempre adormecido no fundo da nossa cabeça. E quando assim é, é porque a queremos assim. Ignoramo-la.)
Mas o facto é que resulta. Caímos sempre redondos no chão, enganados?, iludidos?, desiludidos? esperançados? Quão enganados é que realmente estaremos a ser? O que é que acontece à nossa auto-estima, à nossa força de vontade?
Que confusão esta, de ser humano!
segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007
Mudança
Ás vezes temos aquela sensação de que tudo vai mudar. Ou vamos mudar de escola, ou passamos para a Universidade, damos um passo à frente numa relação, entramos em dieta, começamos a falar, a dar os primeiros passos, começamos a namorar... A partir daí, a nossa vida passa a ter um rumo totalmente diferente... Ou nos tornamos mais complicados e mais stressados, ou se distancia dos amigos, ou se conhece novas pessoas, ou se se começa a ser mais alegre, ou se se incia um novo hábito... Mudamos. Mas só quando se passa a transição é que nos apercebemos da mudança. Pode ser quando se abre uma janela no MSN Messenger daquele amigo e fica-se a olhar para o monitor sem saber o que dizer, sem dizer nada, pode ser quando nos apercebemos que já não somos quem eramos, e que aqueles com quem falávamos já não são os mesmos...
Mudamos.
A vida dá passos grandes. Mesmo que não nos apercebamos. Ás vezes, passa-nos mesmo ao lado. Nem damos conta que deixámos de ver desenhos animados e de jogar à apanhada ou às escondidas. Simplesmente deixamos de o fazer. É natural. É distância. É aterrador.
Há no entanto aqueles momentos de alegria e sentimento de cheio, completo, felicidade. Por exemplo, quando fazemos anos e vamos fazer um jantar de anos. Queremos naturalmente convidar a nossa família, os nossos amigos e começamos pela turma, depois a turma anterior, depois o nosso grupo, os filhos dos amigos dos nossos pais, aquela pessoa que conheci ali, aquela e mais o outro que conheci no campo, a Felisberta, a Beatriz, o Roberto e ahahah! como é que poderia esquecer do Francisquino? E passado uma hora vemos umas cinquenta pessoas na nossa lista e apercebemo-nos que temos mesmo muitos amigos, uns com mais contacto do que outros e sentimo-nos bem por dentro, com muita sorte em ter tanta pessoa que se preocupa conosco. Mas depois, sentimos a mudança. Uns não veem porque teem isto ou aquilo, outros mudaram o contacto porque há muito que não falamos, outros não veem porque não nos interessamos muito um pelo outro e pouco a pouco a nossa lista diminui para umas quinze ou vinte pessoas que são os presentes que se preocupam mesmo conosco. E sentimo-nos tristes e com vontade de voltar atrás no tempo.
E depois de pensarmos que não queremos mudar, passado uns dias queremos mudar... e depois pensamos que queremos mudar e não queremos mudar... Nunca somos constantes e nunca sabemos o que queremos. Somos consumistas e queremos sempre mais. Mesmo que seja de nós mesmos. Somos exijentes demais.
Quando crescemos, há sempre uma altura ou outra em que fazemos desejos disparatados ou ridiculos. Quer seja um desejo de ter um/a namorado/a ou simplesmente de ser mais simpático e bom para os outros. Mas de que adianta mudarmos totalmente a nossa simpatia e aguentar com tudo se os outros não o fizerem? Ninguém consegue ser sempre simpático. É ridículo desejar uma coisa dessas.
As pessoas mudam e nós temos de mudar com elas.
A vida passa, uns momentos mais rapidamente e outros mais lentamente mas mesmo aquela semana que passou a correr pensa-se no fim, bolas, ainda só passou uma semana! É estranho, porque na altura acha-se que os dias passaram a correr! E no entanto, foi só uma semana. Uma longa semana de dias excessivamente rápidos.
Este texto muito confuso foi uma reflexão minha em relação à realidade inconstante e indefinida. É algo que me assusta imenso porque elimina tudo aquilo que posso ter no futuro. Porque de um momento para o outro, tudo pode mudar.
Ultimamente tenho andado nostalgica e cheia de vontade de ir ao passado. E penso no quão me sabe bem reviver as minhas alegrias intensas e marcantes. (os bons e velhos tempos) e faz-me pensar que adoro tanto as ilusões – essas alegrias e memórias – esses sonhos porque são moldáveis ao nosso gosto. É tão muito mais fácil lidar com eles que com a realidade. O que faz com que queiramos constantemente a ilusão(ou drogas ou bebedeiras). Faz-nos não pensar e não estarmos dentro de nós, como um refugio, pelo menos por um bocado. E é por isso que queremos sempre mais. E acabei de ler uma frase de uma amiga do 9º ano: “ Fôssemos nós como deveríamos ser e não haveria em nós a necessidade de ilusão.” Faz todo o sentido. É aterrador. Por isso é que há tantas depressões –(e) chamadas desilusões – quando nos tornamos conscientes outra vez.
23 Janeiro de 2007
Suponho que para tudo temos de bater mesmo no fundo até onde não der mais para depois ser só olhar para cima e subir. Eventualmente, vai chevar a altura em que a pessoa fique farta de ter uma rotina, farta de ver as mudanças todas acontecerem e continuar agarrada ao passado. Farta de ser só uma presença no meio de tudo. E depois é só uma questão de tempo até re-mudar, e encarar as coisas noutra prespectiva. Seja em seguir a vida sem re-olhar para trás, seja em ver a mudança como uma coisa boa, seja em ver os outros como alguém que já foi e agora não é ou mesmo olhar para trás e dizer: Paciência!
Novos tempos virão. alias, estão sempre a passar por nós. Nós é que nem damos conta que basta olharmos para ao lado e vermos que o que nos falta é dar um passo. Fazer qualquer coisa para encarar o futuro e a realidade.
Lamento a confusão. A minha cabeça é assim, desorganizada: um autêntico